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\chapter{Metodologias}

% TODO: Rewrite this thing, Jesus
De forma a prosseguir e conseguir viabilizar construir um \textit{software} com
qualidade, é necessário adotar algumas metodologias para fundamentar a ideia do
projeto em si, como primeiro passo. Isso ajuda tanto em como priorizar
funcionalidades quanto no aspecto de conseguir gerar dados para construir o
mesmo de forma que entregue o que de fato é necessário para utilização do
mesmo. Com esses elementos em mente, esse capítulo se debruça tanto na
abordagem da metodologia de pesquisa do projeto quanto detalhar o método de
desenvolvimento de \textit{software} utilizado no projeto.

\section{Metodologia de Desenvolvimento de \textit{software}}

Existem diversos métodos de desenvolvimento, cada um com seus respectivos prós
e contras. Todos tentam, de sua forma, responder à necessidade de dar forma ao
processo de desenvolvimento, de forma que ele tente fluir e assegurar que os
requisitos daquele \textit{software} sejam atendidos, que os membros envolvidos
no processo, tanto de desenvolvimento em si, quanto dos atores envolvidos e
interessados no sistema tenham seus anseios respondidos de forma minimamente
transparente e satisfatória.

Além disso, a escolha de uma boa metodologia, adequada para as necessidades do
sistema, permite que os prazos de entrega sejam melhor controlados e mais
precisos \cite{pressman:2021}, minimizando a ocorrência de falhas e gestão do
tempo.

As ideias fundamentais que norteiam esse projeto são baseadas em dois conceitos
chaves da engenharia de \textit{software}: desenvolvimento incremental e
desenvolvimento de \textit{software} ágil. O IEEE define que a engenharia de
\textit{software} é:

\begin{quote}
  Engenharia de \textit{software}: A aplicação de uma abordagem sistemática,
  disciplinada e quantificável no desenvolvimento, na operação e na manutenção de
  \textit{software}; isto é, a aplicação de engenharia ao \textit{software}.
  \cite[p.~67]{ieee:1990}
\end{quote}

Portanto, a engenharia de \textit{software} propõe estruturar a criação de
\textit{software} de forma mais organizada e eficiente. Pressman vai destacar
os modelos de desenvolvimento de \textit{software} sequenciais e incrementais
que moldam boa parte das práticas de engenharia de \textit{software} nas
últimas décadas.

O modelo em cascata (\textit{waterfall}) é um modelo sequencial, dos mais
tradicionais e antigos a existirem, cujo qual necessita que cada etapa –
levantamento de requisitos, projeto, implementação, testes – estejam concluídos
antes da próxima etapa começar. Embora forneça uma estrutura rígida e lógica, é
frequentemente criticado pela baixa adaptabilidade em relação às mudanças
durante o processo de desenvolvimento.

Em outro âmbito, o modelo incremental, trabalha com a premissa de que um
desenvolvimento, feito em pequenas porções, agrupam-se para totalizar o projeto
em si. Trabalho a concepção de incrementos funcionais, permitindo uma maior
flexibilidade com as mudanças no processo ao todo. Também ajuda a iterar
rápidamente em cima do desenvolvimento do sistemas, criando um produto mínimo
viável, que possa preencher a proposta, usando o mínimo de tempo, reduzindo as
funcionalidades ao seu estado basal. Essa metodologia também ajuda a reduzir
custos e riscos, já que necessita que as funcionalidades estejam em seu estado
mínimo, porém funcionais.

Outros modelos tradicionais citados por Pressman incluem o modelo de
prototipação e o modelo em espiral, o primeiro trabalhando na ideia de
elaboração de protótipos pequenos que validem a hipótese, e depois passe para a
implementação final; e o modelo em espiral une a natureza iterativa da
prototipação com os aspectos sistemáticos do modelo em cascata, sendo que acaba
por ser um modelo geralmente usado para desenvolvimento de aplicações em larga
escala, visto que oferece mais segurança ao processo de desenvolvimento. Apesar
da influência histórica, tais modelos acabam por serem um tanto quanto
burocráticos e em um projeto com um escopo de equipe reduzida e onde necessita
um nível de flexibilidade maior, como este, portanto, uma adoção de uma
metodologia mais flexível se faz necessária.

Pressman, comenta que, por meados de 2001, um grupo de desenvolvedores
deflagrou o "Manifesto Ágil", um documento desenhando uma nova metodologia de
desenvolvimento, destacando a satisfação dos patrocinadores do sistema,
entregas mais rápidas, flexibilidade durante o desenvolvimento do
\textit{software} de forma a evitar que os desenvolvedores ficaram empacados e
reduzisse rigidez. Os principais destaques da abordagem ágil é a proposta de
que a mesma não é escrita em pedra, ou seja, permite flexibilidade no como
aplicá-la. Nesse cenário, existem algumas abordagens sobre ela, como o
\textit{Kanban} e o \textit{Scrum}, que dão um pouco mais de forma a ideia
apresentada com o desenvolvimento ágil o que casa relativamente bem com o
modelo de desenvolvimento incremental.

Com base nesse panorama, o presente trabalho adota uma abordagem baseada na
filosofia ágil, estruturada por meio da utilização de um quadro de Kanban,
adaptado à realidade de um desenvolvimento individual. Diferentemente de
modelos tradicionais que envolvem um maior formalismo, o \textit{Kanban}
permite visualizar e gerenciar o fluxo de trabalho de forma contínua, com foco
na entrega incremental de funcionalidades. Por ser um método não prescritivo, o
\textit{Kanban} oferece liberdade para que as tarefas possam ser priorizadas,
ajustadas ou redefinidas conforme a evolução do desenvolvimento, característica
especialmente útil quando há apenas um desenvolvedor responsável por todas as
etapas do processo. Vale ressaltar também, que a metodologia adotada acaba por
ajudar a manter o fluxo de desenvolvimento contínuo sem sobrecarga, já que
limita a quantidade de tarefas em progresso, gerando um movimento de maior
produtividade e entregas.

A escolha pelo \textit{Kanban}, portanto, oferece um equilíbrio sustentável
entre estrutura e flexibilidade, permitindo que o desenvolvimento avance de
maneira organizada, e sem os entraves burocráticos dos modelos mais rígidos.
Essa abordagem permite que o projeto se beneficie dos princípios ágeis, tais
como a entrega contínua de valor, adaptação a mudanças e foco na simplicidade,
ao mesmo tempo que mantém o controle sobre o progresso e a qualidade do produto
final.

\section{Metodologia de Pesquisa}

Entende-se por pesquisa científica, a investigação de um fenômeno, de forma a
encontrar a solução para algum problema \cite{Coelho:2020}. Portanto, a
metodologia científica se torna o conjunto de procedimentos para esta
investigação, cujo qual perpassa a coleta e análise de dados. Neste capítulo,
abordaremos as metodologias adotadas e suas respectivas justificativas, para
além dos dados encontrados para tal.

\subsection{Tipo de Pesquisa}

Segundo \cite{Lakatos:2022}, a a pesquisa científica pode ser classificada
quanto aos seus objetivos como exploratória, descritiva ou explicativa. Este
trabalho caracteriza-se principalmente como uma pesquisa aplicada de natureza
exploratória, uma vez que busca investigar práticas, limitações e necessidades
relacionadas a ferramentas digitais para acompanhamento emocional, com o
objetivo de desenvolver uma solução tecnológica prática.

Conforme Jung (2009), a pesquisa aplicada visa gerar conhecimento para
aplicação direta em problemas específicos, com interesse prático e utilitário,
sendo comum em projetos de desenvolvimento de \textit{software}, especialmente
nas áreas de Sistemas de Informação e Ciência da Computação, nas quais o
produto final visa resolver uma demanda concreta do público-alvo.

\subsection{Instrumento de coleta de dados}

Como instrumento de coleta de dados, optou-se pela aplicação de um questionário
estruturado, elaborado com o intuito de compreender hábitos, preferências e
resistências de usuários em relação ao uso de aplicativos voltados para o
acompanhamento emocional e práticas de autorreflexão.

A escolha do questionário se justifica pela sua abrangência, agilidade na
coleta de dados e facilidade de análise quantitativa e qualitativa. Além disso,
como a amostra é composta por usuários potenciais, a aplicação do questionário
de forma digital (via um formulário online) permite alcançar um público mais
amplo com baixo custo e maior comodidade, como também reforça Jung (2009).

O questionário foi bem recebido, e obteve por volta de 52 respostas válidas.
Como a divulgação foi de forma aberta, existia uma pergunta inicial com uma
função chaveadora, a fim de verificar se os respondentes se encaixavam no
perfil de potenciais usuários. Isso se justifica pela natureza sensível do
tema, que envolve saúde mental e experiências subjetivas.

Na pergunta "Você já teve algum interesse ou experiência com o monitoramento do
seu humor ou estado emocional?", apenas 8\% afirmaram que não tem e não teriam
interesse em realizar esse tipo de acompanhamento. Esse dado corrobora outro
resultado relevante: 53\% dos participantes afirmaram já ter, em algum momento
da vida, realizado algum tipo de monitoramento de humor.

Em outros horizontes, mais da metade dos participantes expressou interesse em
acompanhar como o humor varia ao longo do tempo, muitas vezes com sugestões
explícitas como: “Seria legal ver um gráfico semanal ou mensal do meu humor”.
Tal observação reforça a receptividade dos participantes em relação à ideia de
detecção de padrões emocionais, sugerindo que esse tipo de funcionalidade
representa um diferencial positivo frente aos aplicativos existentes.

É notável que os participantes demonstram uma preocupação recorrente com a
privacidade dos dados coletados. Aproximadamente 67\% dos participantes
indicaram desconforto com a exposição de suas informações em plataformas que
não explicam de forma clara como os dados são usados ou armazenados. Essa
percepção está alinhada com a literatura sobre saúde digital. Por exemplo,
\cite{Iwaya:22}, argumentam que a ausência de mecanismos transparentes de
consentimento, controle e anonimização pode minar a confiança dos usuários em
aplicativos de bem-estar e monitoramento contínuo de saúde, especialmente em
contextos sensíveis como saúde mental.

Outro ponto importante revelado pelo levantamento é o desejo por um tom mais
humano, subjetivo e acolhedor. Cerca de 52\% dos participantes relataram
incômodo com ferramentas que adotam uma linguagem genérica, motivacional ou
automatizada demais. Isso reforça a necessidade de uma interface mais empática,
que valorize tanto a escrita livre quanto a análise assistida. Também foram
mencionadas sugestões de funcionalidades consideradas excepcionais, como
inferência automática de ciclos de humor (66\% demonstraram interesse),
personalização da forma de visualização das informações (como gráficos ou
comparativos), e integração com dados contextuais ou ambientais, reforçando a
ideia de um sistema que vá além do simples diário, oferecendo inteligência
emocional útil, mas sem perder a sensibilidade que o tema exige.

\subsection{Análise de Similares}

A metodologia trata-se de uma avaliação sobre os sistemas relacionados ao tema
proposto, observando e levantando desafios e possibilidades, validação de
\textit{softwares} e a satisfação dos usuários (Martins, 2018). Seguindo assim,
foram pesquisados sistemas similares encontrados na internet com o objetivo de
realizar uma revisão crítica-reflexiva, analisando os aplicativos que oferecem
algum tipo de diário digital de humor, ou permite algum acompanhamento
reflexivo de variações de emoções.

Para realizar esse processo, de forma a simular também um usuário, foi
pesquisado na Google Play Store \footnote{Google Play Store — Disponível em:
https://play.google.com}, por \textit{mood tracker}, retornando centenas de
resultados. Nesse quesito, estabeleceu os seguintes critérios objetivos: (1)
pode ser um aplicativo em português ou inglês; (2) o aplicativo tem que
apresentar algum tipo de gráfico das entradas feitas (3) tem que possuir
entrada textual.

\subsubsection{Baseline}

O Baseline é um aplicativo de código aberto voltado ao acompanhamento do
bem-estar emocional por meio de uma abordagem minimalista. A ferramenta permite
o registro diário de humor utilizando entradas textuais ou gravações de áudio,
além de disponibilizar notificações personalizadas e revisões periódicas dos
registros realizados.

Entre os aspectos observados, destaca-se a natureza open-source da aplicação,
característica que favorece a transparência e a possibilidade de adaptação por
terceiros. Sua interface apresenta baixo nível de complexidade e reduz a
quantidade de interações necessárias para o registro das informações.
Entretanto, o sistema não oferece visualizações temporais avançadas nem
mecanismos de personalização mais aprofundados. Além disso, o acompanhamento
emocional é realizado principalmente por meio de uma pontuação de humor, sem
identificar ciclos emocionais ou relacionar registros a gatilhos e intervenções
específicas.

\subsubsection{Daylio}

O Daylio é um dos aplicativos de monitoramento de humor mais populares
disponíveis atualmente, possuindo como principal característica a simplicidade
de uso. O sistema utiliza emojis e categorias de atividades para facilitar o
registro rápido do estado emocional do usuário.

Entre suas funcionalidades estão o registro de humor, categorização de
atividades, geração de gráficos históricos e envio de lembretes periódicos. A
aplicação apresenta boa qualidade visual e fornece recursos adequados para o
acompanhamento da evolução do humor ao longo do tempo.

Como limitações, observa-se que o software possui código fechado e restringe
parte de suas funcionalidades mais avançadas à versão paga. Além disso, o foco
em registros rápidos reduz a flexibilidade para inserção de reflexões textuais
mais detalhadas.

\subsubsection{Moodnotes}

O Moodnotes é um diário emocional baseado em princípios da Terapia
Cognitivo-Comportamental (TCC), buscando auxiliar usuários na identificação e
reformulação de padrões de pensamento considerados disfuncionais.

O aplicativo oferece registros textuais reflexivos, sugestões de reestruturação
cognitiva, gráficos históricos e geração automática de insights relacionados
aos padrões emocionais identificados. Sua proposta diferencia-se por incorporar
conceitos psicológicos de maneira mais explícita ao processo de registro.

Apesar dos recursos disponíveis, trata-se de uma solução proprietária e
predominantemente paga. Adicionalmente, apresenta limitações relacionadas à
exportação dos dados registrados e à personalização das informações
armazenadas.

\subsubsection{Reflectly}

O Reflectly é um aplicativo de diário pessoal que utiliza recursos de
inteligência artificial para promover práticas de autorreflexão e
acompanhamento emocional. Sua proposta enfatiza a experiência do usuário e a
construção de narrativas pessoais a partir dos registros realizados.

Entre suas funcionalidades estão entradas textuais livres, perguntas guiadas
diárias, análises emocionais automatizadas e personalização visual da
interface. O sistema apresenta uma experiência moderna e intuitiva,
incentivando o uso contínuo por meio de elementos de engajamento.

Como pontos observados, destaca-se o fato de ser uma solução proprietária e
dependente de coleta significativa de dados para alimentar seus mecanismos de
análise. Além disso, sua abordagem está mais voltada ao diário pessoal do que
ao acompanhamento sistemático de indicadores de saúde mental.

\subsubsection{T2 Mood Tracker}

O T2 Mood Tracker foi desenvolvido com foco em contextos clínicos e
acompanhamento estruturado do humor. A ferramenta permite que usuários
monitorem diferentes aspectos emocionais por meio de escalas configuráveis.

Entre os recursos oferecidos estão escalas deslizantes de avaliação, criação de
categorias personalizadas e geração de gráficos históricos para análise
temporal dos registros. Sua proposta é particularmente útil para profissionais
e pacientes que necessitam acompanhar indicadores específicos ao longo do
tempo.

Entretanto, a aplicação apresenta limitações relacionadas à experiência do
usuário, possuindo interface considerada desatualizada quando comparada a
soluções contemporâneas. Também não oferece suporte para registros textuais
extensos ou entradas por voz, reduzindo a riqueza contextual das informações
coletadas.

\subsection{Análise comparativa}

\begin{table}[h]
    \centering
    \caption{Comparativo de funcionalidades entre aplicativos analisados}
    \label{tab:comparativo_apps}
    \begin{tabular}{lccccc}
        \hline
        Funcionalidade &
        Baseline &
        Daylio &
        Moodnotes &
        Reflectly &
        T2 \\

        \hline
        Registro de humor & Sim & Sim & Sim & Sim & Sim \\
        Registro de sono & Não & Não & Não & Não & Não \\
        Texto livre & Sim & Parcial & Sim & Sim & Não \\
        Gráficos & Não & Sim & Sim & Sim & Sim \\
        Gatilhos/intervenções & Não & Parcial & Não & Não & Parcial \\
        Exportação de dados & Sim & Parcial & Parcial & Parcial & Sim \\
        Código aberto & Sim & Não & Não & Não & Não \\
        \hline
    \end{tabular}
    \source{Elaborado pelo autor (2026)}
\end{table}

Com esses dados em mente, podemos compreender alguns elementos fundamentais:
poucos sistemas analisados são \textit{open-source}, o que indica que, em sua
grande maioria, são sistemas comerciais. A maior parte dos sistemas também
oferecem algum aspecto de pagamento, bloqueando funcionalidades importantes
atrás de algum tipo de modelo de subscrição. Existe também o fato de
personalização e de exportação de dados, que poucos ou nenhum sistema oferece,
o que faz com que o sistema não tenha portabilidade dos dados inseridos,
criando assim, um \textit{walled garden}, ou um jardim fechado – uma técnica de
fazer com que o usuário não consiga migrar entre sistemas, prendendo-o a usar
aquela aplicação já que seus dados estão lá.

\subsection{Relação entre os dados coletados e o desenvolvimento}

A análise dos sistemas similares, quando considerada em conjunto com os dados
coletados por meio do questionário, revela lacunas e oportunidades relevantes
para o desenvolvimento de uma nova solução. Observa-se, por exemplo, que a
maior parte das ferramentas disponíveis no mercado segue modelos comerciais,
frequentemente com funcionalidades essenciais bloqueadas por sistemas de
pagamento ou assinaturas. Além disso, é comum que tais sistemas sejam fechados,
sem disponibilização de código-fonte ou possibilidade de exportação dos dados
inseridos, o que configura uma prática de \textit{walled garden}, dificultando
a migração entre plataformas e restringindo a autonomia dos usuários sobre suas
próprias informações.

Esses aspectos, quando contrastados com o interesse expressivo dos respondentes
por visualizar padrões emocionais ao longo do tempo e por maior personalização,
sugerem direções claras para o desenvolvimento de um sistema que não apenas
atenda a essas demandas, mas também adote princípios de transparência, abertura
e controle por parte do usuário. A seguir, serão discutidas as decisões de
projeto que nortearam a construção da ferramenta proposta, baseadas tanto nas
limitações identificadas nos sistemas existentes quanto nas necessidades e
expectativas manifestadas pelo público-alvo da pesquisa.